Por que não falamos sobre fertilidade?

8/3/2021

Por

Oya Care

Por que não falamos sobre fertilidade?

Como mulheres, já conquistamos muita coisa, e claro ainda temos um longo caminho pela frente. Quando o assunto é fertilidade, a pílula foi uma grande catalisadora da Revolução Sexual que se iniciou na década de 60.

A partir deste momento, as mulheres passaram a ter mais controle sobre essa dimensão tão importante das suas vidas: a sua fertilidade, ou seja, quando (e se) ficariam grávidas.

Essa Revolução trouxe liberdade sexual para as mulheres em um momento de mundo muito diferente do atual. Temos muito a agradecer àquelas que foram pras ruas lutar por este e tantos outros direitos que hoje gozamos. 

60 anos depois, falar sobre sexo e fertilidade, segue sendo um tabu. A última, então, anda até um pouco esquecida, deixada de lado. Verdade seja dita, a vida tem muito pra se viver — ter filhos pode ser uma dessas dimensões. Muitas de nós queremos ter filhos um dia. E mesmo com essa frase pronta, a gente não tem exatamente certeza de como, quando, ou até se isso vai acontecer.

Relógio biológico feminino: ele realmente existe?

O tempo vai passando e enquanto a gente consegue planejar, calcular, prever um monte de outras coisas na nossa vida, essa parte tão importante do ser mulher (com útero) segue numa caixa preta.

A boa notícia é: essa caixa preta está dentro de você. E são seus ovários. Acontece que nós, mulheres, já nascemos com todos os óvulos que vamos liberar durante a nossa vida fértil (acabam os óvulos, vem a menopausa). Imaginou? Ao longo do tempo, a quantidade (e qualidade) dos óvulos diminui. E isso significa que a fertilidade da mulher não é vitalícia.

Aí vem a pergunta que não quer calar: quantos óvulos ainda tenho? Pasme: ainda não é possível contar exatamente quantos óvulos existem dentro do nosso corpo — sim, o homem já pisou na lua, mas o corpo feminino continua um mistério. A ciência, porém, tem algumas formas de estimar isso, que vamos explorar mais pra frente.

Fertilidade: o que é este tema tão plural?

Fertilidade é um tema complexo e diferente para cada mulher. Além da relação com o tema da saúde, temos influências sociais que afetam o nosso psicológico e as expectativas criadas ao redor de nós mesmas. 

Mas, quando a gente traz esse assunto para a conversa, podemos descobrir que muita gente também quer falar sobre o tema. Ou seja, muita gente pensa, tem dúvidas e, muitas vezes, até preocupação, mas não sabe como, quando ou por onde começar.

Quanto antes você olhar para isso, mais poder você tem de planejar a sua própria vida! 

Saber e entender o que acontece internamente dá mais independência para a mulher tomar as decisões importantes da sua vida, com mais planejamento e segurança — seja para ter filhos ou não.

Mesmo mais nova e sem planos de engravidar no momento, sua fertilidade é uma parte super importante da sua saúde, como mulher. Entender sua fertilidade significa compreender as mudanças que seu corpo passa todo mês. 

Quando você cria essa percepção sobre si mesma, você automaticamente entra numa sintonia maior com seu corpo — o que é super relevante até para ajudar a diagnosticar outras doenças que você pode vir a ter ao longo da vida. Enfim: fertilidade não é só sobre engravidar. 

E a ciência hoje tem mais ferramentas para nos ajudar com esse planejamento: é o cada vez mais falado congelamento de óvulos. Com essas novas tecnologias, hoje podemos de fato escolher quando e com quem iremos engravidar (seria essa uma nova Revolução para as mulheres?). Quanto mais a ciência evolui, mais liberdade a gente ganha!

Mas afinal, como se avalia a fertilidade?

Avaliar a fertilidade não é tão simples assim. Nossa idade e estilo de vida, por exemplo, influenciam a qualidade dos óvulos. A quantidade também não tem regras (a não ser que a nossa reserva de óvulos esteja sempre caindo. Claro que pra tudo existem médias, mas sabemos que cada corpo é um corpo.

Então, conhecimento é poder, para que a gente consiga se planejar da melhor forma, com mais informações nas nossas mãos.


A notícia boa é: existe um jeito de estimar esse estoque. Ou melhor: sua reserva ovariana. É um exame que mede a quantidade de um hormônio específico no seu sangue (hormônio antimulleriano). Com a ajuda de um médico especialista, você entende como o seu nível de hormônios está para sua idade — e o que isso quer dizer na prática.

E a melhor notícia de todas: a Oya Care nasceu pra levar esse exame até você. Literalmente. Tipo, você nem precisa sair de casa. Muito menos dar um rim pelos seus ovários. Tudo com a ajuda e acompanhamento da nossa equipe, da coleta ao resultado.

Por quê? Pra você se conhecer melhor. Porque quando você tem esse conhecimento na sua mão, você ganha o poder de fazer as escolhas da sua vida. Se você quer ter filhos agora, daqui a alguns anos, ou nunca, não importa. Mas pra planejar qualquer uma dessas escolhas, trabalhar em cima do que você sabe já faz uma baita diferença.

São muitas expectativas, frustrações e dificuldades que poderiam ser evitadas ou superadas com o autoconhecimento desde cedo, que um acompanhamento por exames como o que a Oya Care oferece seria capaz de gerar.

Na Oya acreditamos no autoconhecimento e autocuidado como forma de autonomia feminina. Por mais que o primeiro serviço da Oya Care esteja diretamente relacionada à fertilidade, a ideia é se tornar uma referência para todas as mulheres que buscam saber mais sobre seus corpos — e assim, sobre si mesmas.

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